
Vegetables at market (April 2011).
Faz apenas alguns anos que o termo cloud computing – ou sua tradução computação em nuvem – vem sendo alardeada por aí. Mas, apesar de ser um serviço jovem, ele já está próximo (e alguns já o consideram) de virar commodity.
De acordo com a Wikipedia, o termo commodity é utilizado para designar bens e/ou serviços para os quais existe procura sem atender à diferenciação de qualidade do produto no conjunto dos mercados e entre vários fornecedores ou marcas. Alguns exemplos são café, energia elétrica ou soja.
Voltando para o mercado de cloud, muitas vezes é difícil notar diferença de qualidade entre os serviços e o preço tende a se comportar variando com a oferta e a demanda. Com o aumento da oferta notamos, inclusive, uma queda considerável de preço desses serviços.
É claro que você e a sua empresa terão muitas vantagens nesse cenário e a principal delas é que você irá pagar cada vez menos por serviços básicos como armazenamento e backup de arquivos.
É preciso notar, inclusive, que o termo computação em nuvem (cloud computing) é muito amplo. Na verdade quase um conceito teórico. Na prática, o que o consumidor adquire são serviços de armazenamento, servidores, plataformas e que nem todos esses casos podem ser analisados sem diferenciação, principalmente no mundo corporativo.
Ao comprar um software na nuvem para sua empresa, por exemplo, é preciso analisar sua elasticidade para entender se sua adoção será vantajosa e isso implica em uma análise onde muito está em jogo, sendo preço, talvez, a variável menos importante. Escalabilidade, possibilidade de adequação ao seu negócio e, acima de tudo, o suporte prestado, podem ser determinantes, já que adquirir um sistema de gerenciamento é na verdade uma decisão totalmente estratégica, na qual você transfere parte da responsabilidade, e às veze até mesmo da operação, para uma terceira empresa.
Para o gestor fica o desafio de tirar vantagem das quedas de preço sem abrir mão da qualidade, somando o melhor da tecnologia a um serviço de qualidade para ganhar eficiência e cortar custos sem entrar em uma fria.
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